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Cultura e Turismo
Conversas sobre “Poesia e identidades: corpos, políticas, sexualidades”
    26-09-2018
    O encontro de Poesia Carmina, promovido pela Fundação Cupertino de Miranda em parceria com o município de Vila Nova de Famalicão, regressa amanhã, quinta-feira e decorre até sábado, dia 29, com o tema “Poesia e Identidades: corpos, políticas, sexualidades”. Coordenado pela poetisa Ana Luísa Amaral e pela investigadora Marinela Freitas, o encontro que se realiza de dois em dois anos conta com um conjunto diversificado de convidados ligados às áreas da cultura, do cinema, da educação e das letras.

    Amanhã, o festival abre, pelas 21h45, com uma conversa com a realizadora Inês de Medeiros, conduzida por Ana Gabriela Macedo, no pequeno auditório da Casa das Artes, numa iniciativa que conta com a parceria do Cineclube de Joane. Na sexta-feira, o programa regressa à Fundação Cupertino de Miranda, com destaque para a conversa “O som que os versos fazem ao abrir” com Ana Luísa Amaral e Luís Caetano, pelas 17h30, com gravação ao vivo para a Antena2. Antes disso fala-se pelas 11h00 de “Poesia e Corpos: A poesia tem sexo?” com Maria Teresa Horta, Rosa Maria Martelo e Livia Apa. Pelas 15h00, o assunto é “Poesia e Corpos: A critica tem sexo? Com Catherine Dumas, Eduardo Pitta e Graça Capinha.

    No último dia do evento, sábado, será lançada pelas 10h00, a antologia poética do corpo: outras habitações, organizada por Ana Luísa Amaral e Marinela Freitas. Pelas 10h30, debate-se “A poesia tem… o quê?” com Jorge Sousa Braga, Fernando Aguiar e Helga Moreira, numa conversa conduzida por Isabel Pires de Lima. Pelas 12h00, decorre Leituras de Poesia com Ana Luísa Amaral, João Rios, Rui Springer e Isaque Ferreira.

    Refira-se que a Fundação Cupertino de Miranda inaugurou no passado mês de junho o Centro Português do Surrealismo que tem atualmente uma coleção de mais de três mil obras ligadas ao surrealismo, nomeadamente de Mário Cesariny e Artur Cruzeiro Seixas, num total de 130 artistas.

    Com Carmina, a palavra latina que define a poesia como alguma coisa entre o pagão e o religioso, a ideia é ir além do que são habitualmente os festivais de poesia, em que apenas se ouve dizer poesia.


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